segunda-feira, 30 de agosto de 2010

''Cala a Boca Sabrina''




Todos que costumam ler meus posts, me seguem no twitter ou convivem comigo sabem que eu sou naturalmente revoltada. Com tudo. Mas não no sentido de sempre arrumar briga ou algo do tipo, muito pelo contrário. Eu gosto de questionar, gosto de falar sobre o que está errado, tentar arranjar soluções e falar mais ainda (: Enfim, eu normalmente sempre tenho alguma coisa para criticar. E hoje não vai ser diferente.




Um dos primeiros sites que eu visito quando me conecnto a internet, a alguns anos, é o twitter. Eu amo o twitter, acho que é a rede social mais sensacional que existe, então sempre quando eu chego da escola eu gosto de contar como foi meu dia. Eu sempre olho os TT ( Trending topics - assuntos mais falados no twitter ao redor do mundo - ) e hoje eu vi uma coisa que me espantou de verdade. ''CALA A BOCA SABRINA'' ( assim, em Caps Lok mesmo). Para quem não sabe, Sabrina Sato é uma apresentadora do programa humorístico Pânico na Tv, e quem desencadeou esta polêmica foram... os fãs de Justin Bieber. Ok, eu sei que fã de McFly é bem mais revoltada (o) e sempre faz barraco ( sem perder a classe diga-se de passagem), mas todo o barraco que armamos tem um fundo de coerência. Sempre. Porém, infelizmente, as fãs de Justin Bieber são criancinhas ( com todo o respeito, mas desculpa é a realidade ) que ainda não tem noção direito da vida, do que é certo ou errado, e qualquer coisa um pouquinho fora do normal ( na maioria das vezes nem isso) é motivo para uma confusão sem tamanho, grosseria e ignorância.




Tudo começou quando o programa Pânico na TV, querendo mais audiência, resolveu mandar Sabrina Sato para entrevistar o cantor Teen mais querido ( infelizmente) pelas adolescentes de hoje em dia; Justin Bieber. Eu já fiquei desanimada logo de cara mas ok, vamos dar uma chance pro cara, vamos deixar o preconceito de lado e se esforçar para ver uma entrevista para tentar ter algum tipo de simpatia com a criança. Então perdi meu tempo, deixei de fazer minha unha, para ficar vendo a tão magnífica entrevista Sabrina/Justin. E eu me surpreendi profundamente. Profundamente mesmo.




Como a maioria sabe, Sabrina Sato é conhecida por seu inglês estilo Joel Sant'Anna ( ''uí rávi a vérí gudi praiers'' alguém lembra,er ? ) , e é exatamente este o humor em suas entrevistas. Porém, Justin Bieber se acha gente grande demais para este tipo de brincadeira ( ele tem 16 anos para quem não sabe), e ele foi tremendamente esnobe e grosseiro com uma profissional que, por incrível que pareça, apenas estava fazendo seu trabalho. Tudo começou quando ela chegou com um sorrisão super simpática falando ''Helloooo Justin''. Só que ele não sorriu, apenas ficou de braços cruzados, jogou o cabelo pro lado e respondeu '' Não é 'jUstin' é 'jAstin' ''. Ok, eu acho que mesmo que muitos considerem ele o ''novo Rei do pop'' (sim, não sei da onde as pessoas tiram coragem para falar uma afronta dessas) e mesmo que de fato ele seja ( ele não é, ele não é ,ele não é ,ele não é ,ele não é e ponto final), uma ''celebridade'' não pode tratar alguém com grosseria, principalmente na mídia. Sabe, ser esnobe é uma coisa que queima o filme de qualquer um. Enfim, a Sabrina se recompôs e após algumas perguntas ( interrompidas por Justin Bieber que insistia de um jeito muito indiscreto para que a moça ao lado de Sabrina desse a entrevista, ao invés dela - ''não entendo o que você fala'', falava de um jeito ignorante) Sabrina tenta fazer ele dançar a dança típica do programa, o ''Ah Muleke!'' e ele apenas fala '' Por que eu tenho que fazer isso ?'' . Após algumas tentativas sem graças da apresentadora, ele levanta com cara de bunda e faz o ''Ah Muleke!'' mais sem graça que a história do programa Pânico já viu. Enfim, a entrevista que tinha tudo para ser bacana foi para o ralo. E as pessoas ainda tem a indecência de botar a culpa na Sabrina, só porque um garotinho ficou irritadinho com a entrevista. Fala sério, ela ali era apenas uma profissional fazendo seu trabalho. Não gostou? Envie um e-mail ou tweet educado para o Programa Pânico falando de uma maneira coerente o porquê de você não ter gostado daquela atitude e o que poderia ser feito a respeito. Agora não me venha com imaturidade ou com essa história de achar bonito tudo o que o ídolo faz. Eu sei exatamente o que é ser fã, desde os 8 anos de idade. Eu já achei que ia casar com fulaninho e ter filhinhos com ciclano ( graças a Deus eu cresci e parei com essa palhaçada er) mas NUNCA, nunca MESMO, eu fiquei apoiando tudo o que o meu ídolo fazia/faz. Porque amar platonicamente é uma coisa, admirar seu ídolo:ok. Agora se iludir é o que não rola. Se você ama seu ídolo, você tem que apoiar atos que o façam mais feliz, uma pessoa melhor. E sinceramente, grosseria não é uma característica que vá fazer alguém crescer pessoalmente. Você NÃO tem que apoiar tudo o que ele faz, não faz sentido. Se ele falasse que usar drogas é legal, que fazer filhinhos por aí é maneiro, aposto quanto vocês quiserem que no dia seguinte milhões de garotinhas estariam achando isso bacana também.




Sem querer comparar, mas já comparando, quando o McFly foi no Pânico foi BEM diferente. Apesar de eles ficarem um pouquinho espantados com o inglês de Sabrina, eles encararam tudo numa boa e melhor ainda, entraram na brincadeira que é o verdadeiro espírito do programa. O resultado vocês já sabem: o programa adorou eles, teve uma audiência absurda, eles se divertiram como nunca e ganharam mais milhões de admiradores, se imortalizaram no programa ( até hoje se fala nisso, se vocês conferirem). Não preciso falar mais nada, apenas reflitam.




Então, antes de botarem tags sem um fundo de coerência como ''CALA A BOCA SABRINA'' pensem sobre POR QUE vocês estão aquilo, o que ela fez para que ganhasse tanto desprezo. Procurem no youtube algo do tipo ''Justin Bieber Pânico na TV''. Vocês vão entender por quê eu estou tão revoltada.




xx




''Don't wanna be an american idiot'' ( American Idiot - Green Day)


domingo, 22 de agosto de 2010

O mundo realmente está perdido.


Domingo de Sol, Rio de Janeiro, multidões caminhando nas ruas, meia maratona internacional bombando, praias lotadas... nada de anormal, certo? Todos estamos acostumados com essa situação que descrevi. Porém, a história que vou contar a seguir, acreditem caros leitores, foi baseada em fatos reais.




*****


Este era o final de semana que eu passei com meu pai, então nós resolvemos fazer algo diferente. Decidimos que iríamos pedalar no aterro do flamengo. Estava tudo maravilhoso, pedalar no meio daquelas árvores, gente bonita, música boa... uma delícia. Porém a medida que eu ia pedalando para o meu destino final meu corpo começou a gelar e eu senti como se um tijolo tivesse despencado no meu estômago. Eu lembrei para onde estava indo. Vivo Rio. Ok, o lugar onde eu passeis os melhores momentos da minha vida, emocionante. Porém meu cérebro começou a juntar as peças tarde demais. *Fragmentos de conversas com colegas da escola passaram por minha cabeça: ''[...]Domingo eu vou lá no Vivo Rio, Aterro do flamengo assistir o show mais esperado do ano, nem acredito que vou ver o...[...]'' * Restart. Ah meu Deus, não era possível, simplesmente aquilo não poderia estar acontecendo. Não comigo, que, como já deixei claro em um post anterior, odeio Restart ( respeitando quem gosta, cada um tem seu gosto). Poderia estar acontecendo com qualquer um, menos com aquela garota que encontrava-se em estado de pânico absoluto, perdendo o controle da bicicleta que ia em direção ao um Vivo Rio... que parecia a visão do inferno. Quando eu digo ''visão do inferno'' não é uma hipérbole, muito menos uma ironia. Eu achei que eu estivesse caído em um mundo alienígena, cercado de mutantes obscuros, seres sinistros da escuridão, monstros caolhos e todo o tipo de criatura do mal. E eu me sentia uma Alice ( a do país das maravilhas er). Frágil, apavorada e confusa. Ok, para você tentar entender o quanto a cena que presenciei hoje me assustou, vou tentar descrevê-la da melhor forma possível. Imagine-se em meu lugar:


Você está em uma adorável tarde andando de bicicleta quando você vira a curva e depara-se com uma multidão de garotas de 12, 13 anos com calças incrivelmente apertadas e tão coloridas que chegava a doer os olhos ( observe atentamente a foto acima). Era uma indecência, uma tristezza sem fim. A maioria usava tênis de cores neon (dica: não usa NUNCA um tênis neon, se você não quiser parecer que enfiou o pé em um repolho), e óculos sem lente. É isso aí mesmo, você leu certo. Até hoje eu estou tentando achar uma resposta coerente para explicar QUAL a finalidade de um óculos sem lente. Enfim, eu caí da bicicleta em cima de um turista jamaicano que usava um chapéu de palha maior que o tronco, de tão abismada que eu fiquei. Sinceramente, se fossem pessoas DECENTES, que usassem roupas DECENTES, tivessem músicas DECENTES e tivesse algum talento DECENTE eu até entendia. Tipo, poderia aparecer pessoas vestidas de verruga, sei lá, eu entenderia. Agora é simplesmente inacreditável o que as atuais adolescentes brasileiras andam idolatrando por ai. Pelo amor de Deus, gente. Tá na hora de tirar o coco da cabeça, sei lá, enfia a cabeça em um penico da Casa & Video, mas não me venha com ídolos do nível Restart. É doentio.

Bem, como ia dizendo, eu fiquei em estado de choque absoluto, não flexionava meu joelho , sem exagero. Uma coisa é ver aquele pessoal na Tv, ou em vídeos do YouTube ( alguém se lembra do: ''Isso é uma p*ta falta de sacanági, vô xinga muito hoje no tuíterr''? Pois é). Outra coisa é ver ao vivo e em cores, bem na sua frente. E o pior é que ainda tinha vãs com turistas circulando ali perto. Imagina o que vão pensar do Brasil? Reflitam.

Em meio a vendedores com cabelos descoloridos vendendo camisas do Restart cor de marca texto, me recompus e subi na bicicleta novamente, evitando olhar para os lados. Eu não tinha dado nem dez pedaladas quando a cena mais sinistra da minha vida começou a se desenrolar. Bem na minha frente.


*****

Uma vã cafona, cheia de palmeiras e tudo mais, dobrou a esquina e começou a chegar lentamente pela rua. Até ai tudo bem, eu parei esperando a vã passar para eu poder atravessar e ir embora daquele lugar cocozento o mais rápido possível. Mas então, a vã parou. Exatamente na minha frente a uns 10 metros de distância. E ela parecia que não ia sair tão cedo dali. Então eu, como qualquer mortal faria, fui guiando minha bicicleta até o outro lado da rua, passando em frente a vã. E foi a pior ideia que eu pude ter em minha vida. Porque no exato momento em que eu estava botando o pé fora da calçada, para atravessar a rua, uma multidão de fãs enlouquecidos surgiu pela esquerda. Mais foi tipo, filme de terror sabe? Parece que tudo ficou em câmera lenta e eu de fato pensei que fosse ter a morte mais patética da história da humanidade, então eu subi na bicicleta o mais rápido possível e saí correndo. Mas então todas aquelas pessoas vieram atrás de mim e eu já estava quase chorando, perguntando o que eu tinha feito para aquelas fãs, que pareciam recém saidas de algum manicômio, estarem atrás de mim. Foi ai que eu percebi que elas não estavam atrás de mim e sim, da vã que andava ao meu lado. E lá dentro estava ninguém menos, ninguém mais, do que o próprio Restart. Sim, eu não sei o que eu fiz pra merecer isso, mas eu de fato estava na situação mais maldita de toda a minha vida. Alguém lá em cima não vai com a minha cara. Sério, eu sou boa aluna, boa filha, não me meto em brigas, sou praticamente uma santa (er), não sei porquê aquilo estava acontecendo justo comigo, que sempre nutri um ódio profundo por Restart. E naquele momento estava sendo perseguida por eles e suas fãs que pareciam ser decententes de Umpa-Lumpas. Então quando o desespero tomou conta de mim, e eu estava lutando pra sair do meio daquela confusão, uma situação MAIS bizarra ainda aconteceu. Senhoras e senhores, meninos e meninas, tios, tias, primos, primas, irmãos e irmãs: no meio de uma rua paralela a Infante Dom Henrique, estavam dezenas de fãs sentados. No meio do asfalto. Eles estavam sendo liderados por um garoto que devia ter a minha idade, e estava usando rosa fluorescente ( não, isso não é uma piadinha do malandro) com um boné azul, ele gritava coisas do tipo ''Vamu lá família RESTARRTÊÊÊ, não vamu deixa eles passarem não, vamu senta nú chão.'' Juro. Juro de verdade. Eu, Anna Rizzo Miceli, que escutei Beatles a vida inteira, estava realmente presenciando aquela cena. Era definitivamente alguma maldição. Eu entrei em desespero completo, sério, foi muito assustador. Eu tinha fãs de Restart descontrolados atrás de mim, os integrantes do grupo Restart em uma vã ao meu lado, e mais fãs despirocados de Restart sentados. Literalmente no meio da rua. Eu me sentia em um pesadelo que parecia não ter fim, com aquele aglomerado absurdo de pessoas gritando coisas do gênero 'Pe LANZAAA EU TE AMO MEU AMOR.'' Sim, ''Pe Lanza'' ._. E para meu terror, muitos começaram a cantar. Eu não estou de brincadeira, eles foram capazes de fazer isso. Parecia que eu estava em algum tipo de procissão macabra, onde no final eles iam me crucificar, sei lá, qualquer um teria se cagado no meu lugar. No final das contas, eu consegui sair daquela loucura. Uns funcionários do Vivo Rio me ajudaram e tudo mais. Foi tenso. Agora, eu gostaria de passar uma mensagem para os fãs de Restart: Quer ser fã? Tudo bem, gosto é que nem c* cada um tem o seu., mas vai primeiro aprender a se comportar como GENTE e não como animal. Vai ler um livro sei lá, descontar frustração usando roupas coloridas e correndo atrás de garotos que parecem caroços de manga chupados não é bacana, definitivamente.

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A partir desse dia, eu fiquei mais traumatizada em relação a Restart. Mais do que eu já era. Sério, você não gostaria de estar no meu lugar. Não mesmo.

xxx


"I wann break all the madness, but it's all i have.'' ( Who I am - Nick Jonas and The Administration)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Home is where the heart is.























Primeiramente, desculpem por ter passado este tempo todo sem nenhum post por aqui. É porque férias sabe, você não tem vontade de fazer nada, eu que sou preguiçosa então... não queria nem saber de ocupar meu tempo escrevendo textos. Mas como escrever é uma coisa que eu sou completamente apaixonada, não consigo viver sem escrever. Portanto não consegui me conter e aqui estou eu matando minha saudade. Mas vamos ao que interessa, o assunto deste post. Que por sinal é algo muito interessante : o lugar que você mais ama,aquele que você pertence.

Vou contar um pouco sobre o meu lugar dos sonhos: para muito não significa nada, pois o ''lugar que você pertence'' pode ser sua casa, sua rua, ou até mesmo o coração de alguém. Mas eu tenho um lugar específico: Inglaterra. Eu não sei nem ao certo COMO esta paixão começou dentro de mim. Só sei que quando ela despertou veio de forma absurdamente avassaladora. Talvez eu ame tanto esse lugar pelo fato de todas as pessoas que eu admiro, todos meus ideiais de vida, minhas bandas preferidas, meus idolos, meus escritores/atores/filmes/livros terem nascido e crescido lá. Mas acho que isto não seria o suficiente para explicar a origem de tanto amor. Quando vejo uma foto ou um vídeo , sinto algo estranho e maravilhoso dentro de mim. Sinto que sempre pertenci a este lugar, de alguma forma.Tudo lá me fascina, absolutamente tudo. O clima, as pessoas, os museus, os pontos turísticos, o sutaque, a cultura, os costumes... não há uma única coisa que eu não admire neste país. E acredito que muita gente possua um lugar que tenha muita vontade de conhecer, algum lugar que mesmo que você não tenha ido, você se sente parte de lá, como se habitasse aquele determinado local a anos. Chega até ser algo sobrenatural. Esse tipo de coisa, esse amor aparentemente sem um fundo de coerência, é algo que nasce com a gente. Eu sou católica mas se realmente existe esse negócio de reencarnação eu posso afimar com uma assombrosa certeza: eu fui inglesa. Porque não há outra explicação, não sou decente de ingleses, nunca fui influenciada por outros a gostar de lá, eu simplesmente nasci idolatrando a Inglaterra. Quando o hino 'God Save the Queen' sooa eu me arrepio e sinto a mesma emoção do hino brasileiro, quando alguém me pergunta algo relacionado a este país posso responder com uma precisão anormal, quando alguem me pergunta sobre meus sonhos e objetivos de vida, automaticamente o primeiro ítem que vou citar será: ''Passar um tempo na Inglaterra'' ou ''Construir minha vida na Inglaterra''.


Todo mundo tem o direito de sonhar, sonhar alto e sem os pés no chão. Basta você acreditar, se empenhar para que aquilo se torne realidade, abrir as portas, seguir caminhos que vão te ajudar a chegar ao seu objetivo. Para muitos, isto é algo fácil pois vivemos em uma geração medíocre, repleta de adolescentes ridiculamente mimados que não sabem o que é lutar para conseguir algo pois a vida inteira tiveram tudo de mão beijada dos pais. Eu não tive, nunca vou ter. Mas tenho orgulho disto. Pois TODAS as minhas conquistas serão bem mais dignas,independentes,merecidas, suadas. EU, somente EU, vou saber o quanto me esforcei para realizar aquilo, e esta deve ser uma das melhores sensações do mundo. E isso nenhum dinheiro paga. Sinto pena de quem se limita a uma vida em que os sonhos já são realidade. Afinal, precisamos de sonhos para chegar em algum lugar.


Então hoje eu posso erguer minha cabeça, mesmo que com um olhar marejado de lágrimas, bater no peito e falar: ''Eu vou conhecer minha Inglaterra, custe o que custar, seja quando for. Eu vou realizar este sonho. Eu vou lutar por esta conquista.'


Acho que todos nós temos que pensar assim. Lute pelos seus sonhos, lute pelos seus objetivos, lute para pertencer dignamente ao lugar que você ama. Seja aqui, em outra cidade, em Tóquio, na Austrália, em uma favela. Pois como uma música do McFly diz ''Home is where the heart is'' ( Casa é onde o coração está). Vá atrás do lugar onde sua felicidade está. Eu já estou atrás do meu, e você?


xx


''Believe, it's somewhere. It's easy to find.'' (Sunny side of the street - McFly)